quarta-feira, 6 de março de 2013


É possível comparar o hardware de um computador com o de um console?

A nova geração de consoles já está quase saindo do forno. Será que é possível diferenciar um sistema do outro apenas pelo hardware?
Estamos em uma época conturbada no mundo dos games. Esse período de transição entre gerações sempre traz muitas dúvidas quanto ao futuro dos jogos, dos consoles, dos desenvolvedores e tudo mais o que envolve a nossa diversão preferida. Com a chegada de novos projetos no mercado, como foi o recente anúncio do PlayStation 4, essa especulação toda só tende a aumentar.
Mas pouco antes da divulgação oficial feita pela Sony, inúmeros vazamentos de informações e ditas “especificações técnicas” tanto do PlayStation 4 quanto do Novo Xbox pipocaram pela internet. Quanto ao novo console da Sony, a maioria das informações acabou se confirmando, o que prova que os rumores nem sempre são infundados.
É possível comparar o hardware de um computador com o de um console?(Fonte da imagem: Divulgação/Sony)
Com esse grande volume de dados, modelos de processadores, chips gráficos e quantidade de memória, muita gente começou a comparar os aparelhos entre si, entre a geração anterior e — o pior — com computadores. Isso é até normal acontecer, uma vez que os dois novos consoles da Sony e da Microsoft podem ter processadores baseados em modelos da AMD, mas tem um outro lado na história.

Como comparar sistemas diferentes?

O problema começa a tomar forma quando surgem comparações de especificações técnicas entre sistemas diferentes: esse tem mais memória, aquele tem o mesmo chip gráfico que a placa de vídeo de última geração, o outro usa o mesmo processador que o meu computador.
Isso acaba levando muitos a tirarem conclusões precipitadas — e erradas — sobre qual sistema é melhor (ou não). Isso pode ser explicado por um simples fato: comparar dados técnicos de hardware de sistemas diferentes não faz o mínimo sentido, mesmo que o processador encontrado em um PlayStation 4 seja o mesmo AMD Fusion de oito núcleos montado em um desktop de mesa.
É possível comparar o hardware de um computador com o de um console?(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia)
O motivo desse equívoco é simples: um console é uma arquitetura fechada. O processador, o chip gráfico, a memória, a placa-mãe e absolutamente todos os componentes que integram o sistema se “conhecem” e foram desenvolvidos para trabalhar em conjunto, algo que não acontece em um PC.
Mesmo que o hardware seja absolutamente o mesmo tanto na Sony quanto na Microsoft, teríamos máquinas diferentes, já que os engenheiros de cada uma das empresas trabalhariam de forma distinta com os equipamentos.

RISC, CISC, x86, o que é isso?

Os processadores são basicamente conjuntos de transistores que podem interpretar comandos enviados a eles. Para que eles saibam como identificar essas informações, existem muitas arquiteturas diferentes e modos de interpretação de comandos.
O RISC ou Reduced Instruction Set Computer (que significa Computador com um Conjunto Reduzido de Instruções) é uma arquitetura mais simplificada que favorece a velocidade e o menor número de instruções possíveis para a execução dos comandos. Dessa maneira, os processadores RISC são mais rápidos, mas possuem muito menos compatibilidade por possuir um conjunto de instruções mais limitado.
O CISC ou Complex Instruction Set Computer (ou Computador com um Conjunto Complexo de Instruções) é uma linha de processadores que trabalha com uma arquitetura capaz de executar centenas de instruções complexas diferentes ao mesmo tempo. Dessa forma, eles são mais compatíveis, mas ligeiramente mais lentos que a arquitetura RISC, já que precisam lidar com comandos mais complicados.
É possível comparar o hardware de um computador com o de um console?(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia)
O x86 é uma família de arquiteturas baseadas no processador Intel 8086, lançado em 1978. Esse sistema evoluiu e foi implementado na maioria dos processadores para PCs, sendo utilizado até hoje nas CPUs Intel e AMD. Essa arquitetura era primariamente baseada no sistema de instruções CISC, para garantir o maior número possível de compatibilidade entre os sistemas.
Contudo, muitos dos modelos de processadores atuais que trabalham com a arquitetura x86 possuem instruções RISC e uma camada por cima que traduz os comandos para CISC, coordenando o trabalho de forma muito mais eficiente.

E o que esses termos técnicos têm a ver com os consoles?

A arquitetura RISC era a preferida de alguns consoles, quando eles ainda serviam apenas para games. Por se tratarem de máquinas fechadas com um hardware dedicado, trabalhar com instruções dedicadas faz muito mais sentido, pois torna tudo mais rápido e eficiente.
Hoje em dia, os consoles são máquinas muito mais complexas e que possuem inúmeras outras qualidades e funções além de somente rodar os jogos. Além disso, os processadores modernos da arquitetura x86 evoluíram muito.
É possível comparar o hardware de um computador com o de um console?(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia)
Isso mostra que a Sony acertou em mudar de vez para a arquitetura x86 com o PlayStation 4, pois poderá fornecer aos programadores uma facilidade maior na hora de criar o conteúdo.
Essa mudança de arquitetura também parece ser a escolhida pela Microsoft no seu próximo console se os rumores estiverem corretos — o que não seria a primeira vez, já que o primeiro Xbox trabalhava com um processador derivado do Pentium III, da Intel, também com a arquitetura x86.
Como os processadores atuais são extremamente eficientes, gastam menos energia, possuem mais compatibilidade e inúmeras vantagens, é normal que os consoles passem a utilizá-los, dando novamente a impressão de que os novos aparelhos são apenas “computadores disfarçados de consoles”.

Computadores disfarçados de consoles?

Como já foi citado antes, os consoles são máquinas dedicadas. Vamos simplificar com um exemplo bem ilustrativo:
Imagine que temos duas pessoas. O primeiro é um piloto de corridas experiente, capaz de guiar qualquer carro em alta velocidade. O segundo é um experiente motorista, que pode dirigir desde carros de passeio e até mesmo caminhões, ônibus, tratores e, por que não, tanques de guerra.
O primeiro se especializou apenas em carros esporte e de corrida, é o melhor possível nisso. Ele pode até tentar guiar um ônibus, mas não sabe exatamente como fazê-lo de forma eficiente.
O segundo tratou de aprender a dirigir um número muito grande de veículos diferentes, não sendo especialista em nenhum, mas controla todos com facilidade.
Qual você acha que é mais especializado e qual você acha que é mais versátil?
Agora vamos definir as tarefas. Cada um deles precisa ir de uma cidade até outra, utilizando o mesmo veículo: uma Ferrari. Qual será mais eficiente nessa tarefa? Obviamente o primeiro motorista, já que ele estará dirigindo o seu veículo preferido.
É possível comparar o hardware de um computador com o de um console?(Fonte da imagem: Reprodução/ASUS)
Agora vamos imaginar um segundo cenário. Cada um dos dois precisa ir de uma cidade até outra, levando um ônibus cheio de passageiros, e voltar dirigindo um caminhão de carga. Qual vai se sair melhor? Obviamente que o segundo motorista, porque ele pode realizar tarefas diferentes com mais eficiência que o primeiro.
Esses exemplos servem para mostrar que os consoles são mais especializados em jogos, e os computadores em tarefas variadas. Por serem construídos com arquiteturas completamente diferentes, eles realizam tarefas de maneiras distintas, mesmo que essa tarefa seja, em teoria, a mesma.

Como o hardware e o software funcionam

Para controlar o hardware, é preciso que o sistema operacional gerencie os processos de forma eficiente. Cada componente (memória, GPU) precisa de um driver específico para funcionar: é esse pequeno software que faz a ponte entre o sistema operacional e os dispositivos de hardware.
Em um console, pela arquitetura ser fechada, os softwares (os games) podem “conversar” com os dispositivos de hardware de forma direta, de maneira muito mais eficiente que em um computador, já que os programadores desenvolveram o aplicativo conhecendo exatamente a máquina que vai gerenciá-lo.
Quando analisamos esse aspecto pelo lado de um PC normal, temos uma combinação praticamente infinita de possíveis arquiteturas trabalhando em conjunto, o que obriga os programadores a desenvolver os aplicativos com o máximo de compatibilidade possível e, depois disso, otimizar o código de maneira “genérica”.
É possível comparar o hardware de um computador com o de um console?(Fonte da imagem: Divulgação/NVIDIA)
Um sistema operacional moderno como o Windows precisa lidar com qualquer combinação possível de hardware para funcionar adequadamente. Para facilitar essa tarefa, o Windows traz uma série de interfaces “genéricas” que são utilizadas para se comunicar com o hardware.
Por causa disso, muitos recursos nos computadores são desperdiçados, já que o sistema operacional precisa manter a compatibilidade alta. Isso faz com que os aplicativos desenvolvidos para os consoles sejam mais “leves”, mesmo que o hardware em ambas as máquinas seja o mesmo.
Por outro lado, essa maior capacidade de adaptação permite que os PCs vejam novas tecnologias antes que os consoles, uma vez que estão em constante mutação e desenvolvimento. Você pode trocar a placa de vídeo do computador, mas não pode fazer isso com um console.

Se o hardware é o mesmo, qual dos sistemas é melhor?

A verdade é que nenhum é melhor e nem pior. Eles são apenas sistemas diferentes, construídos de forma diferente e que trabalham de maneira distinta, mesmo que as tarefas executadas sejam as mesmas.
É possível encontrar pontos positivos e negativos em ambos os sistemas. Enquanto temos uma otimização maior no hardware dos consoles, temos uma compatibilidade e versatilidade muito maior nos computadores.
É possível comparar o hardware de um computador com o de um console?(Fonte da imagem: Divulgação/Sony)
Portanto, lembre-se: na hora que você vir uma lista de especificações pela frente, entenda que ela serve apenas como parâmetro e de forma alguma pode ser utilizada como base para definir qual sistema é melhor, já que cada um trabalha de maneira distinta com as ferramentas que possui.


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Google+ adiciona imagens de capa gigantescas e nova visualização de perfil

Rede social ganha novos recursos para facilitar uso e tentar atrair novos usuários.

Google+ adiciona imagens de capa gigantescas e nova visualização de perfilAmpliar(Fonte da imagem: Reprodução/Google+)
Mesmo que o Google+ não tenha deslanchado tanto quanto a Google esperava, a empresa ainda não desistiu de trabalhar em novos recursos para sua rede social. Tanto que algumas atualizações acabaram de ser disponibilizadas para deixar a utilização do serviço ainda mais prática.
A primeira novidade é a mais aparente e deve agradar aos usuários que gostam de deixar suas fotos pulando no colo de qualquer pessoa que for acessar seu perfil. Assim como já acontece no Facebook, você poderá adicionar uma imagem de capa na parte superior da tela para “abrir” a página.
A diferença é que, a partir de agora, essa figura poderá ser enorme, atingindo a marca de 2.120 x 1.192 pixels na proporção 16:9, tornado a visualização ainda melhor. Portanto, não economize na resolução de suas fotos, pois a Google quer que seu perfil seja realmente grandioso.

Outras funções

Outra adição interessante está na nova divisão de informações. Desse modo, caso você precise editar algum elemento em sua conta, não será preciso passar por diversas telas e infinitos formulários, já que basta acessar a área desejada, economizando tempo e esforço.
Google+ adiciona imagens de capa gigantescas e nova visualização de perfilAmpliar(Fonte da imagem: Reprodução/Google+)
Porém, a principal vantagem disso é a maior quantidade de opções de privacidade. Como os dados estão catalogados em diferentes grupos, você tem muito mais liberdade para definir quais podm ser visíveis para todos e quais devem permanecer ocultos para determinado círculo.
Por fim, o Google+ ainda incorporou à sua barra lateral uma nova opção, batizada de Locais. Ela reúne todos os estabelecimentos e pontos que você visitou e avaliou recentemente, permitindo que outras pessoas tenham uma noção maior de seus gostos e dos lugares que você frequenta.


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LG Optimus G chega este mês ao Brasil custando R$ 1,9 mil

Smartphone top de linha impressiona pela leveza, tela em altíssima definição e hardware robusto.

LG Optimus G chega este mês ao Brasil custando R$ 1,9 milOptimus G chega às lojas brasileiras ainda em março (Fonte da imagem: Divulgação/LG)
A espera acabou. Após meses de mistérios e especulações acerca da vinda do Optimus G para o mercado brasileiro, a LG finalmente se mostrou disposta a sanar todas as dúvidas sobre seu aparelho top de linha. Em um evento realizado hoje (4) em São Paulo capital – o LG Digital Experience 2013 –, a empresa sul-coreana reuniu jornalistas e convidados para mostrar o que tem nas mangas para o ano de 2013; e o gadget, como já esperado, foi a estrela principal.
Com o preço sugerido de R$ 1.999, o Optimus G chegará às lojas brasileiras já neste mês de março, junto com os outros smartphones da linha Optimus (L3 II, L5 II, L7 II, F5 e VU). As configurações já são conhecidas, mas ainda impressionam:
  • Processador Qualcomm Snapdragon S4 Pro quad-core de 1.5 Ghz
  • 2 GB de memória RAM
  • 32 GB de memória interna (expansível com cartão SD de até 32 GB)
  • Tela de 4,7 polegadas, com 1280x768 pixels de resolução e exclusiva tecnologia True HD IPS+
  • Android 4.1 Jelly Bean, conexão NFC e câmera traseira de 13 MP
Além disso, com o aparelho nas mãos, a primeira característica que podemos ressaltar é seu corpo extremamente fino e leve; o Optimus G pesa apenas 142g e tem 8mm de espessura, o que o torna um dispositivo muito confortável e fácil de manusear.
LG Optimus G chega este mês ao Brasil custando R$ 1,9 mil(Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)

Funcionalidades exclusivas

Como se não bastasse, o Optimus G conta com uma série de recursos exclusivos no que diz respeito a software e sistema. O QuickMemo – velho conhecido por donos de aparelhos  mais antigos da linha – dá as caras novamente, permitindo que você transforme o celular em um bloco de notas em pouquíssimos segundos. Além disso, a tecnologia MiraCast permite que você espelhe a tela do smartphone em sua SmartTV que também tenha suporte a este recurso.
Não poderíamos deixar de citar também a função QSlide, que permite sobrepor um app em outro, deixando o primeiro com certo grau de transparência. Dessa forma, você pode abrir um vídeo, redimensionar sua janela e deixa-lo em execução em cima da tela de seu aplicativo de mensagens, por exemplo. Trata-se de uma interface multitarefas mais parecida com a que temos nos PCs convencionais.
LG Optimus G chega este mês ao Brasil custando R$ 1,9 mil(Fonte da imagem: Divulgação/LG)

Vale a pena?

Infelizmente não pudemos fazer testes mais aprofundados com o Optimus G – como rodar aplicativos de benchmarking ou executar jogos mais pesados. Ainda assim, a navegação pelos menus e internet se mostrou extremamente fluida e confortável, sem travadas ou lentidões em nenhum momento.
Não é a toa que a LG chama o Optimus G de “o lançamento do ano”. Trata-se de um aparelho de excelente qualidade e que vem com tudo para disputar o mercado de gadgets top de linha. Se você procura um smartphone high-end e que tenha a versão mais atualizada do sistema operacional Android, talvez valha a pena aguardar o lançamento oficial e investir no aparelho.


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Samsung injeta R$ 215 milhões na Sharp e adquire 3% da companhia

Intenção da fabricante sul-coreana é garantir a linha de produção de telas de cristal líquido.
Samsung injeta R$ 215 milhões na Sharp e adquire 3% da companhiaEdifício da Sharp, no Japão, que acaba de ter 3% de suas ações adquiridas pela Samsung. (Fonte da imagem:Reprodução/Wikimedia Commons)
A Sharp confirmou hoje (06) que a Samsung investiu 10,4 bilhões de ienes na companhia, algo em torno de R$ 215 milhões, para garantir a cadeia de produção de telas de cristal líquido (LCD).
Em documento divulgado hoje, a Sharp informa que o valo representa a aquisição de 3% de suas ações, garantindo à Samsung o posto de maior sócio da empresa excluindo-se as instituições financeiras que fazem parte da sociedade. Levando em conta todos os sócios, a Samsung se tornou a quinta maior sócia da Sharp.


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Até que ponto a tecnologia faz mal na infância?

Diversos estudos mostram como a tecnologia pode influenciar o aprendizado, a vida social e a saúde das crianças.
Até que ponto a tecnologia faz mal na infância? (Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)
Queimada, bets, futebol, amarelinha, pega-pega, esconde-esconde, polícia e ladrão. Praticamente todas essas brincadeiras fizeram parte da infância de diversas pessoas e são boas lembranças de uma época quando a maior preocupação era fazer a tarefa da escola.

Hoje, muitas delas ainda estão presentes no dia a dia de várias crianças, mas algo mudou. Se antes grande parte dos pequenos passava o dia brincando na rua com os amigos, hoje é cada vez mais comum vermos crianças dentro de casa a maior parte do tempo. Tal realidade foi acarretada por diversos fatores ao longo dos anos — como o quesito “segurança”, especialmente em cidades grandes. Mas a tecnologia também tem um dedo nessa história.

Agora, a televisão, o video game de última geração e o computador são outros bons motivos que fazem com que as crianças saiam ainda menos de casa — afinal, a diversão encontra-se logo ali, no conforto e na segurança do quarto ou da sala de estar. Por causa disso, diversos estudos foram e continuam sendo desenvolvidos a fim de responder a (polêmica) questão: afinal, a tecnologia faz mal às crianças?

Trocando o lápis pelo teclado

As crianças da geração atual (ou Z, com datas de aniversário a partir da segunda metade da década de 90) nasceram na era dos computadores, tablets, smartphones e, principalmente, da internet — algo com que as pessoas da geração anterior só puderam ter um contato maior no início da adolescência. O primeiro efeito disso, todo mundo sabe: essas crianças possuem uma maior facilidade e um rápido aprendizado quanto ao uso das tecnologias.

Até que ponto a tecnologia faz mal na infância? (Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)
Outra consequência desse contato “precoce” com computadores é a utilização do teclado antes mesmo do lápis pelas crianças — já que, hoje, é cada vez mais comum vermos os pequenos aprendendo a escrever o nome primeiramente pelas teclas do desktop ou notebook dos pais do que a partir de um livro de caligrafia.

Já um pouco maiores, perto do período da adolescência, as pessoas da geração Z também entram no mundo das trocas de mensagens instantâneas na internet e pelo celular. Nesses meios de comunicação, o uso de gírias e termos específicos é cada vez maior — grande parte não segue nenhuma regra gramatical tradicional.

Analisando esse quadro, alguns pesquisadores começaram a se questionar se tal realidade estaria fazendo com que as crianças de hoje escrevam pior do que as de outras gerações. O que eles encontraram, na verdade, foi algo bastante positivo.

Revolução literária

Como em todos os estudos, sempre são encontrados os lados negativos e positivos de cada questão analisada. No caso da escrita por parte das crianças que cresceram com computadores, algumas pesquisas apontam que a nova geração estaria se encaminhando, na verdade, para uma revolução literária que não é vista desde a civilização grega.

Isso aconteceria devido ao fato de que, como os computadores, tablets e smartphones estão sempre por perto no dia a dia, as pessoas estariam escrevendo constantemente — já que a maior parte da comunicação por esses meios envolve a escrita.

Além disso, no passado, fora da escola (e mesmo em certas profissões), algumas pessoas não escreviam quase nada por dia.

Até que ponto a tecnologia faz mal na infância? (Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)
E na questão gramatical? A influência seria positiva ou negativa? Nesses casos, os resultados da tecnologia na vida das crianças surpreendem:
  • Em 2003, uma pesquisa apontou que o uso de mensagens instantâneas ajudava as crianças a se sentirem mais confortáveis quanto ao hábito de escrever;
  • Já em 2004, outro estudo mostrou que as crianças eram espertas o suficiente para compreender e aplicar, nos momentos certos, as diferenças da escrita formal e da escrita informal (aquela vista na internet).
  • Uma pesquisa de 2005 ainda confirmou que as crianças da geração atual são, na verdade, melhores escritores que as da geração passada, usando estruturas frasais bem mais complexas, um vocabulário mais amplo e uma utilização mais precisa de letras maiúsculas, pontuação e ortografia.

Influência na vida social e na saúde

Mesmo possuindo muitos pontos positivos no aprendizado das crianças (inclusive no desenvolvimento de habilidades cognitivas), ainda é um pouco polêmica a questão da influência da tecnologia na vida social da geração Z.
Até que ponto a tecnologia faz mal na infância? (Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)
Afinal, muitos acabam “trocando” os amigos “reais” pelos “virtuais” e optam por se divertir com jogos de computadores e video games em vez de brincadeiras físicas — que envolvem exercícios como correr e pular, por exemplo. Além disso, ainda existe a eterna polêmica quanto à influência de games de violência na formação das crianças, que crescem em constante contato com esses estilos de jogos.

Veja abaixo o que algumas pesquisas recentes apontaram quanto aos alcances da tecnologia na vida das crianças, especialmente na convivência com os pais; abordando quais são os efeitos do uso moderado e os malefícios do uso em excesso; e a influência disso até mesmo na saúde dos pequenos:

  • Segundo o jornal The Future of Children, as crianças, por aprenderem rapidamente a usar as tecnologias atuais, estão desenvolvendo o costume de ensinar o uso dos dispositivos aos seus pais — e não o contrário. Em teoria, essa inversão de papéis pode enfraquecer a autoridade dos pais, levando as crianças a desrespeitar os progenitores “ignorantes”. Por outro lado, isso também estreitaria os laços de comunicação e partilha de experiências na família.
  • Já o uso moderado de computadores e video games parece não afetar o desenvolvimento social da criança. Os estudos apontaram que o comportamento social daqueles que usam e os que não usam computadores era praticamente o mesmo nas suas relações com familiares e amigos.
  • Por outro lado, o uso excessivo de computadores leva as crianças a se sentirem com menos controle sobre suas vidas do que seus colegas de classe. Além disso, um estudo com 18 universitários chineses publicado no PLoS One mostrou que aqueles que jogavam em seus computadores por pelo menos oito horas por dia, seis dias por semana, mostraram quantidades alarmantes de atrofia em partes do cérebro.
  • Um estudo da Universidade de Alberta apontou que, quanto mais telas uma criança tem em seu quarto, pior será para sua saúde. No caso, computadores e televisores podem atrapalhar o sono (quem nunca ficou até tarde assistindo à TV?).
  • Além disso, a mesma pesquisa da Universidade de Alberta mostrou, em números, como a tecnologia pode fazer com que os pequenos fiquem mais obesos. Segundo o estudo, o acesso a um aparelho aumenta em 1,47 vezes as chances de criança ser obesa em comparação com uma criança sem tecnologia. Crianças com três dispositivos foram diagnosticadas com 2,57 vezes mais chances de estar acima do peso.

5 tecnologias que vão revolucionar o computador

O computador como você conhece vai mudar muito. Conheça os componentes que vão matar o HD, a memória RAM e os atuais processadores.
O ano era 1995 e alguns consumidores estavam adquirindo o primeiro computador. Na época, a Microsoft lançava o Windows 95, sistema que permitiu a aproximação entre máquina e usuário. As configurações de hardware eram nubladas para o usuário. O pouco que o consumidor sabia era o nome do processador, que podia ser um Intel Pentium um AMD 586.
O tempo passou e o usuário pôde se aproximar mais da máquina. Aos poucos, as pessoas começaram a conhecer os tipos de memória, discos e demais componentes. Acontece que alguns dos itens de hardware ficaram estagnados no tempo. Tiveram alguma evolução, mas sempre baseados no mesmo padrão. Isso foi uma verdade até há alguns poucos anos, quando o SSD chegou com a promessa de acabar com o HD.
Agora, além de drives de estado sólido, já sabemos de outras tecnologias que estão chegando para ficar. Hoje o Tecmundo apresenta para você algumas das novidades que têm perspectivas de acabar com os principais componentes do computador: a memória RAM, a CPU e o HD.

SSD

A tecnologia que veio para substituir os discos rígidos já é uma realidade. Diversas fabricantes estão investindo alto no SSD, o que tem resultado em drives de maior capacidade e alta velocidade. As montadoras aproveitam essa aposta das fabricantes para incluírem os SSDs em seus produtos.
5 tecnologias que vão revolucionar o computador (Fonte da imagem: Divulgação/Kingston)
Marcas como Apple, HP, Samsung e outras têm optado pelos SSDs também pela baixa nos preços. Apesar de a maioria dos computadores vir com espaço de armazenamento limitado a 128 GB (ou no máximo 256 GB), os usuários estão gostando da ideia, tanto pela questão velocidade quanto pelo aspecto leveza.
O que se pode afirmar até agora é que o SSD é uma tecnologia que tem muito para crescer. O padrão atual ainda se baseia na conexão SATA, contudo, assim como ocorreu com os HDs, os SSDs também podem ter a transferência de dados modificadas num futuro próximo. A revolução do SSD já está acontecendo, e mais: ele pode até matar o disco rígido.

Memristor

Em tantos anos de informática, nunca se cogitou uma tecnologia que realmente pudesse substituir a memória RAM. Isso porque o desempenho da memória RAM sempre foi o menor dos problemas. Os módulos evoluíram num ritmo apropriado, sempre acompanhando o lançamento dos novos processadores.
Se você já tem alguns de experiência com computadores, talvez se lembre da época das memórias EDO, DIMM e outros tantos padrões que antecederam o DDR. E nem mesmo o último patamar da memória RAM permaneceu estagnado. Atualmente os módulos mais comuns já são do tipo DDR3, substituindo a segunda geração do padrão DDR.
Contudo, a memória RAM tem seu limite, o qual deve ser atingido muito em breve. Pensando nisso, os pesquisadores vêm investindo muito tempo e raciocínio para viabilizar a construção de dispositivos baseados no memristor. A saída da teoria para prática aconteceu apenas em 2006, quando a HP deu o primeiro passo no desenvolvimento de memristores.
De lá para cá, a fabricante ganhou alguns aliados, como a Universidade da Califórnia (em Santa Bárbara). A ideia é introduzir esse quarto elemento da eletrônica para substituir as memórias RAMs e até os dispositivos de armazenamento — o que significa que até os SSDs podem estar com os dias contados.
5 tecnologias que vão revolucionar o computadorMemristores alinhados (Fonte da imagem: Divulgação/HP)
Não há previsão para a revolução do memristor, contudo, é certo que ele é uma das grandes apostas para a próxima década. O desenvolvimento da tecnologia também depende um pouco do interesse de outras empresas. A HP vem mantendo o projeto, mas se alguma fabricante, como a Samsung, decidir se aliar, pode ser que o memristor chegue aos computadores antes do esperado.

Grafeno

Uma terceira tecnologia que deve aportar nos computadores é o grafeno. Esse componente tem grande perspectiva de adoção nas CPUs, principalmente porque o silício está chegando a seus limites. Se observarmos a nanotecnologia de construção dos atuais processadores, podemos ver que tanto Intel quanto AMD estão próximas dos 20 nm (nanômetros).
Consideramos aqui esse componente como uma tecnologia, pois ao adotá-lo nos processadores não será possível manter as mesmas arquiteturas que já existem. E o lançamento de produtos à base de grafeno não está tão distante. Ainda no fim de 2009, a Fujitsu criou um protótipo para produção em larga escala.
5 tecnologias que vão revolucionar o computadorAmpliarTransistores de grafeno em um substrato de silício (Fonte da imagem: Divulgação/Fujitsu)
Agora em 2011, foi a IBM que apresentou novidades. A empresa mostrou o primeiro circuito integrado com componentes de grafeno. Com essa experiência, os cientistas conseguiram fazer o grafeno grudar nos componentes de silício. O circuito rudimentar da IBM consistiu apenas de um transistor de grafeno e dois indutores. A frequência desse dispositivo é de 10 GHz, um valor que supera em muito os atuais circuitos baseados apenas no silício.
Apesar de grandes avanços, o grafeno tem alguns concorrentes, como: o siliceno e o molibdenite. Esses outros componentes têm possíveis aplicações, mas nenhum demonstrou as mesmas características já conhecidas do grafeno, como o funcionamento em frequências de até 300 GHz e o resfriamento automático. Assim, a aposta na revolução de grafeno ainda é alta e pode ser que ele apareça nos próximos 10 ou 20 anos.

Magnetismo

Paralelamente às pesquisas do grafeno, os cientistas estão apostando na criação de processadores magnéticos. Essa tecnologia deve ser revolucionária, pois vai derrubar muitos aspectos dos atuais componentes.
A primeira mudança está no modo de atuação dos processadores magnéticos. Eles não necessitam de elétrons para realizar operações, e o armazenamento e o processamento de informações são realizados com ímãs. A lógica é simples: os polos nortes e sul do ímã são os 0 e 1 da informática.
5 tecnologias que vão revolucionar o computadorMRAM - Memória de Acesso Aleatório Magnético (Fonte da imagem: Reprodução/Venture Beat)
Em experiência recente, cientistas utilizaram nanomagnetos de 200 nm para construir uma memória magnética. Os resultados foram positivos e provam que é possível utilizar a computação magnética para construir processadores e memórias, bastando apenas evoluir o processo de fabricação dos componentes e encontrar uma maneira dos transistores entenderem as informações.
Um protótipo funcional de processador magnético comprovou que um modelo básico poderia ser cem vezes mais rápido que os modelos convencionais atuais. Os componentes magnéticos ainda devem dissipar um mínimo de calor (visto que não há movimentação de elétrons). Essa revolução não tem data para acontecer, mas duas décadas deve ser tempo suficiente para o amadurecimento e aplicação do magnetismo nos computadores.

Computação quântica

A quinta e última tecnologia de nossa lista é a que está mais distante de ser dominada. Trata-se da mecânica quântica, área que possibilitará o desenvolvimento de processadores quânticos. Entender o funcionamento de uma CPU desse tipo não é tarefa fácil, aliás, é de dar nó na cabeça.
Uma explicação básica pode dar uma noção do que um processador quântico pode realizar. Sua CPU atual trabalha com bits, os quais podem assumir valores 0 ou 1 — um bit só pode assumir um desses valores. Nos processadores quânticos existirão qubits, os quais conseguem armazenar os valores 0 e 1 simultaneamente (como se fosse possível ter o polo sul e o polo norte de um ímã de um mesmo lado).
5 tecnologias que vão revolucionar o computadorEsquema que demonstra a computação quântica com a molécula de Iodo (Fonte da imagem: Reprodução/PopSci)
Há algumas semanas, no entanto, uma das barreiras (chamada decoerência) da computação quântica foi quebrada. Cientistas conseguiram quebrar o paradigma de uma molécula não poder assumir os dois valores ao mesmo tempo. Com isso, em mais três ou quatro décadas pode ser que tenhamos computadores quânticos.
O que isso deve significar para nós? Em termos de desempenho, um processador quântico poderá ser centenas de milhares de vezes mais rápido que os atuais. O único problema é o desenvolvimento, que não depende apenas de encontrar um material apropriado, mas sim de quebrar as regras atuais da física e ver a matéria de uma nova perspectiva.

Os empecilhos na evolução

No que diz respeito ao SSD, não há como encontrar nada que o impeça de reinar por algum tempo nos computadores. Já o memristor ainda depende de uma série de pesquisas e de testes, pois ainda não existe nenhum produto baseado nesse minúsculo componente.
Apesar da demora no desenvolvimento, a HP fez uma publicação em maio de 2011, na qual a empresa relatou ter feito demonstrações exibindo como o memristor trabalha com os atuais materiais da eletrônica.
5 tecnologias que vão revolucionar o computadorOs memristores de perto (Fonte da imagem: Divulgação/HP)
O desenvolvimento e a aplicação do grafeno não estão muito longe, até porque o funcionamento é muito parecido com o dos processadores atuais. O maior problema com esse material é fazer com que o silício e outros componentes possam trabalhar junto com ele, algo que já está em testes e não deve dificultar a implementação do componente.
Para que os ímãs possam substituir os elétrons, por exemplo, será preciso entender de maneira avançada o processamento de dados nesses componentes. Além disso, será necessário realizar adaptações para eles trabalharem com componentes eletrônicos e diminuir o tamanho dos ímãs para pouquíssimos nanômetros.
Quanto à computação quântica, essa é a que tem menor prospectiva de ser adotada tão brevemente. Como já dito, os pesquisadores terão de aprender algo que está além dos conceitos atuais, descobrir novos materiais e tentar transformar diversas teorias em realidade.

Galaxy S3 é o melhor smartphone do ano

Aparelho venceu prêmio na MWC por carregar a história de sucesso do Android.
Galaxy S3 é o melhor smartphone do anoAparelho da Samsung é reconhecido em Barcelona (Fonte da imagem: Reprodução/AndroidAuthority)
A menina dos olhos da Samsung foi novamente reconhecida. O Galaxy S3, da fabricante coreana, foi eleito o melhor smartphone do ano no Global Mobile Awards, na MWC em Barcelona. Os organizadores escolheram o aparelho, que vendeu mais de 40 milhões de unidades em sete meses, por “carregar a história de sucesso do Android”.
Na disputa, estavam todos os melhores lançamentos das fabricantes ao redor do mundo, inclusive o iPhone 5 da Apple. O prêmio para o aparelho chegou em boa hora para a Samsung, que vai comemorar o encerramento do reinado do smartphone com o lançamento do Galaxy S4, previsto para 14 ou 15 de março.
Segundo analistas de mercado, as vendas do próximo aparelho top de linha da coreana devem bater os 100 milhões unidades até o fim de sua vida no mercado. Fora isso, outras marcas também foram premiadas no Global Mobile Awards. A Google levou o prêmio de “Melhor Tablet” com o Nexus 7 e a Nokia o de “Melhor Feature Phone”, com o Asha 305.
No mundo dos aplicativos, o Waze foi a grande escolha dos organizadores (um app que compartilha informações sobre o trânsito). O Evernote venceu a disputa de “Melhor app para empresas” e o Facebook foi a escolha do público, levando o prêmio de mais popular.



Novos Smartphones da Sony

Dentre as novidades que a Sony deve trazer para esta edição da CES estão dois novos modelos da família Xperia de smartphones. De acordo com informações do site Engadget, os modelos, chamados Xperia Z e Xperia ZL, devem ter tela de 5 polegadas, processador de quatro-núcleos e câmera de 13 MP.


Honda lança nova versão de seu famoso robô “quase humano”, o Asimo

Honda lança nova versão de seu famoso robô “quase humano”, o Asimo
O famoso robô “quase humano” da Honda está ainda mais inteligente. Nesta terça-feira, a empresa japonesa anunciou atualizações no Asimo, primeiro robô do mundo com um sistema autônomo de controle de comportamento. Com esta nova versão, ele consegue modificar seu humor e interagir com as situações que ocorrem a sua volta.

Com um design criado justamente para se assemelhar o máximo a um humano, o Asimo, segundo a Honda, está menos automotivo e mais autônomo. Graças à nova forma de se comportar, o robô pode tomar suas próprias decisões e se movimentar sem a necessidade de ser controlado por uma pessoa.

terça-feira, 5 de março de 2013

Qual é a impressora mais rápida do mundo?

Além de rápida, Officejet Pro X também é mais econômica (Fonte da imagem: Divulgação/HP)
Uma das coisas mais inconvenientes no mundo da informática é ter que lidar com aquelas impressoras lentas, que demoram vários minutos para imprimir uma simples página colorida. Isso se torna ainda mais incômodo quando a impressão é tanto na frente quanto no verso da folha, atrapalhando principalmente a produtividade em escritórios e escolas.
Foi pensando nisso que a HP desenvolveu a Officejet Pro X, considerada a impressora jato de tinta mais rápida do mundo – fato que inclusive foi certificado pelo Guiness – O Livro dos Recordes, que registrou o equipamento em 6 de abril de 2012.
Lançada em fevereiro do ano passado, a Officejet Pro X tem a capacidade de imprimir nada menos do que 70 páginas frente e verso coloridas por minuto, tendo imprimido 500 folhas em 7 minutos durante os testes do Guiness. E o melhor de tudo é que o dispositivo ainda é bastante econômico, utilizando 50% menos de energia elétrica do que a maioria dos modelos convencionais


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ADATA lança leitor DashDrive Air AE400

Modelo permite compartilhamento de fotos, músicas e dados em qualquer lugar enquanto recarrega o seu aparelho portátil.
 
ADATA lança leitor DashDrive Air AE400 (Fonte da imagem: Divulgação/ADATA)
A ADATA Technology, um dos principais fabricantes de módulos DRAM de alto desempenho e de produtos NAND Flash de armazenamento, anuncia hoje o lançamento do DashDrive Air AE400, um leitor wireless versátil que pode ler e enviar dados de armazenamento USB e cartões de memória SD, e também funciona como um banco de energia que pode recarregar outros dispositivos móveis.

O AE400 é um hotspot sem fio fácil de operar, com suporte para redes wireless 802.11 b/g/n. Quando funciona como uma ponte de rede, a conexão à internet pode ser compartilhada por até 10 dispositivos ao mesmo tempo.

Como leitor de armazenamento, o AE400 permite a transferência de dados sem fio entre dispositivos móveis e cartões SD, drives flash USB ou discos rígidos portáteis. Ela suporta até três usuários fazendo simultaneamente streaming de vídeo 1080p, ou até 5 usuários fazendo simultaneamente streaming de vídeo 720p. Os sistemas operacionais suportados incluem iOS, Android, Windows (XP, Vista, 7, 8), Mac OS X e Linux 2.4+.
O DashDrive Air AE400 estará disponível através de distribuidores e revendedores selecionados no Brasil pelo preço sugerido de R$ 345,00.


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Novo sistema transforma iPhone em "senha" para acesso ao Mac
Tecnologia de segurança bloqueia o computador quando o usuário se afasta e libera a máquina quando ele se aproxima. Não é preciso tocar no micro


Não precisa usar senha ou mesmo tocar no teclado. Com o novo programa Airlock, da MHA, empresa americana de softwares, o Mac simplesmente identifica a presença do usuário e desbloqueia o computador. Quando o dono da máquina se afasta, ele percebe e trava o sistema.

Qual é o truque desta tecnologia? Ele usa o sinal de Bluetooth do iPhone para detectar a proximidade do usuário, que precisa ter também um smartphone da Apple (ou um iPod touch) para que tudo dê certo, claro.

Segundo a empresa, também é possível configurar esse sistema de identificação para fazer outras ações. Por exemplo: você se aproxima do desktop e ele, por exemplo, liga a câmera de vídeo, faz uma foto ou abre um site específico.

O Airlock custa U$ 7.77, mas há uma versão para testes gratuita disponível no site a MHA, que funciona por três horas. Em nosso teste, ele funcionou bem. Além de um iPhone ou iPod touch com Bluetooth, é preciso ter um Mac com chip Intel e sistema operacional Mac OS 10.5 ou superior.

http://tecnologiasatuais.blogspot.com.br/